{"id":1106,"date":"2019-03-19T09:44:20","date_gmt":"2019-03-19T12:44:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.abmpdf.com\/?p=1106"},"modified":"2019-03-19T09:44:20","modified_gmt":"2019-03-19T12:44:20","slug":"metodo-psicanalitico-tratamento-animico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.abmpdf.com\/?p=1106","title":{"rendered":"M\u00c9TODO PSICANAL\u00cdTICO &#038; TRATAMENTO AN\u00cdMICO"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u00a0<\/strong><strong>M\u00c9TODO PSICANAL\u00cdTICO &amp;\u00a0 TRATAMENTO AN\u00cdMICO.<\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Aspirante de Psican\u00e1lise: Prof\u00aa.Gema Galgani da Fonseca \u2013Aluna do Curso de Forma\u00e7\u00e3o em Psican\u00e1lise pela ABMP-DF\/Bras\u00edlia \u2013 DF, Doutoranda do Curso de Doutorado em Psicologia \u2013 UCES\/ Buenos Aires, Mestre em Forma\u00e7\u00e3o de Professores pela Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU), Especialista em Psicoterapia Psicanal\u00edtica pela Universidade de Uberaba (UNIUBE), graduada em Pedagogia e Psicologia. Docente de cursos de gradua\u00e7\u00e3o e p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o da FPM \u2013 Faculdade de Patos de Minas\/MG.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>TURMA: N\/2015<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>M\u00c9TODO PSICANAL\u00cdTICO &amp; TRATAMENTO AN\u00cdMICO.<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Este trabalho tem como princ\u00edpio inicial, buscar o olhar original \u201cDa cl\u00ednica m\u00e9dica \u00e0 cl\u00ednica psicol\u00f3gica\u201d atrav\u00e9s da ess\u00eancia do termo \u201ccl\u00ednica\u201d, o qual diz respeito \u00e0observa\u00e7\u00e3o que se faz \u00e0 cabeceira do doente. Por\u00e9m doente n\u00e3o no sentido restrito ao organismo biol\u00f3gico, mas aqui compreendido como parte de um processo em que se encontra um sujeito em adoecimento e\/ou pass\u00edvel de an\u00e1lise,<\/p>\n<p>Investiga\u00e7\u00e3o do humano a partir de um encontro de observa\u00e7\u00e3ocertamente interessada, porque predisp\u00f5e quest\u00f5es e formula hip\u00f3teses, tentando verific\u00e1-lasconforme certas regras. Na posi\u00e7\u00e3o deitada, o doenteest\u00e1 involunt\u00e1ria e passivamente impotente e, no limite,desprendido de tudo que o rodeia, momentaneamenteexpulso da comunidade dos que est\u00e3o erguidos (Canetti,1960\/1983).<\/p>\n<p>Deitado, regredido a sua mais tenra inf\u00e2ncia, o homem se depara com as reminisc\u00eancias de um psiquismo atemporal;<\/p>\n<p><em>Nossas lembran\u00e7as infantis mostram-nos nossos primeiros anos n\u00e3o como eles foram, mas como nos apareceram nos per\u00edodos posteriores em que as lembran\u00e7as foram despertadas. Nesses per\u00edodos do despertar, as lembran\u00e7as infantis, como nos acostumamos a dizer, n\u00e3o emergiram; elas foram formadas nessa \u00e9poca (Freud, 1898\/1969, p.354).<\/em><\/p>\n<p>Inspirado pelas bases epistemol\u00f3gicas do Iluminismo, Freud abordou o inconsciente n\u00e3o-racional, procurando compreender o dom\u00ednio da raz\u00e3o para o entendimento das emo\u00e7\u00f5es. Como no estudo Lembran\u00e7as encobridoras (1899)(Deckerinnerung), ele sugere uma guinada na apreens\u00e3o da realidade ps\u00edquica das recorda\u00e7\u00f5es, pois esta abarca al\u00e9m de uma representa\u00e7\u00e3o heterog\u00eanea das demais lembran\u00e7as da inf\u00e2ncia, mergulhando o conjunto das lembran\u00e7as na dimens\u00e3o da fantasia.<\/p>\n<p>A mem\u00f3ria \u2013 essa narrativa que situa os acontecimentos, os lugares e os caminhos por aonde cada ser humanovai confirmando sua hist\u00f3ria,ela suscita indaga\u00e7\u00e3o sobre as rela\u00e7\u00f5es entre o advento de uma lembran\u00e7a e o preenchimento das lacunas da mem\u00f3ria. Processo que determina o ser do sujeito, influenciando-o at\u00e9 o fim de sua vida \u2013 se faz atrav\u00e9s de esquecimentos que, por vezes, s\u00e3o de forma absoluta e recalcada no inconsciente.<\/p>\n<p>Da\u00ed, a import\u00e2ncia de se compreender que o mero surgimento de uma lembran\u00e7a n\u00e3o constitui uma possibilidade de avan\u00e7o no processo anal\u00edtico, entretanto pode at\u00e9 significar um aprisionamento ao demarcar o sujeito capturado e congelado pela representa\u00e7\u00e3o de uma imagem. Isto implica que lidar com a an\u00e1lise de uma lembran\u00e7a requer entendimento e capacidade associativa livre, pois esta \u00e9 decalcada pela pr\u00f3pria estrutura da mem\u00f3ria inconsciente multifacetada.<\/p>\n<p>Nesse sentido, Freud fundamenta em diversas passagens de seus estudos sobre o saber dos poetas, os escritores criativos;<\/p>\n<p><em>cujo testemunho deve ser levado em alta conta, pois costumam conhecer toda uma vasta gama de coisas entre o c\u00e9u e a terra com a qual a nossa filosofia ainda n\u00e3o nos deixou sonhar. Est\u00e3obem adiante de n\u00f3s, gente comum, no conhecimento da mente, j\u00e1 que se nutrem em fontes que ainda n\u00e3o tornamos acess\u00edveis \u00e0 ci\u00eancia (Freud, 1907\/1976c, p. 18.)<\/em><\/p>\n<p>Inicialmente anterior a Psican\u00e1lise, Freud usou o m\u00e9todo cat\u00e1rtico de Breuer, baseado na hipnose e gradativamente modificado a partir de tentativas de interven\u00e7\u00f5es diferenciadas na cl\u00ednica anal\u00edtica. O paciente era hipnotizado e levado at\u00e9 a cena traum\u00e1tica com o objetivo de reviv\u00ea-la de forma adequada, a fim de liberar a rea\u00e7\u00e3o afetiva na \u00e9poca da viv\u00eancia do trauma, por\u00e9m o m\u00e9todo apresentava limita\u00e7\u00f5es j\u00e1 que algumas pessoas n\u00e3o eram hipnotiz\u00e1veis e se mantinham resistentes (psicose hist\u00e9rica).<\/p>\n<p>Fundamentado numa das mais conhecidas compreens\u00e3o sobre o que seja a Psican\u00e1lise, preconiza que \u00e9 um m\u00e9todo de tratamento das neuroses e de suas causas, uma teoria sobre os processos an\u00edmicos e um processo de investiga\u00e7\u00e3o desses mesmos processos. Em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s cr\u00edticas que se fazem a cientificidade da psican\u00e1lise, esta se estabelece como um procedimento de observa\u00e7\u00e3o \u2013 de escuta flutuante e de associa\u00e7\u00e3o do \u201cver\u201d na espera do que vem do analisado.<\/p>\n<p><em>Bem cedo (1890) Freud delimitou e caracterizou o que entende por \u201ctratamento ps\u00edquico\u201d: \u00e9 tratamento que parte do an\u00edmico e se utiliza de recursos an\u00edmicos \u2013 recursos esses que acabam por influenciar o pr\u00f3prio an\u00edmico. Est\u00e1 a\u00ed implicado, no entanto, que a influ\u00eancia sobre o an\u00edmico \u00e9 o meio (a media\u00e7\u00e3o) para se alcan\u00e7ar outras \u201crealidades\u201d. (&#8230;)Psico de psican\u00e1lise, portanto, se refere ao an\u00edmico do qual se parte, da qualidade dos recursos que se utilizam e do an\u00edmico que se influencia \u2013trabalhando-se psiquicamente o an\u00edmico, modifica-se a alma. Resumem-se, assim, os significados de psico que se elucidaram: trata-se do qualificativo da an\u00e1lise e do material (a partida, o meio e o objeto) que se analisa. Pode-se, ent\u00e3o, entender que \u201cpsican\u00e1lise\u201d exprime: tratamento (cuidado, cura) anal\u00edtico de perturba\u00e7\u00f5es an\u00edmicas e corporais que se d\u00e1 a partir, e por meio, da psique (alma, fala)<\/em>(CELES, 2005,p. 12).<\/p>\n<p>A partir da investiga\u00e7\u00e3o dos processos mentais abstratos, o M\u00e9todo Psicanal\u00edtico(Freud, 1923 (1922)) constitui-secomo instrumento para o tratamento dos dist\u00farbios neur\u00f3ticos, proposto pela psican\u00e1lise e que tem sua origem na escuta do sujeito. Nesse m\u00e9todo, o paciente deve falar sem censura e sem direcionamento, devendo-se se expressar livremente tudo o que lhe vem \u00e0 mente.<\/p>\n<p>Sob o imagin\u00e1rio e representa\u00e7\u00e3o da limpeza da chamin\u00e9, o analista convida o paciente a se permitir expressar e deixar fluir todo o material inconsciente, podendo-se falar a vontade sobre seus desejos \u2013 ang\u00fastias e temores. As ideias que ocorrem ao paciente, seus sonhos, suas a\u00e7\u00f5es inintencionais e desprovidas de planos (atos som\u00e1ticos), os erros cotidianos (lapsos da fala, chistes, etc.) e as lembran\u00e7as e esquecimentos compondo as experi\u00eancias de resist\u00eancia aos materiais cl\u00ednicos.<\/p>\n<p>Nesse processo de trabalho psicanal\u00edtico, o tratamento revela-se articulado \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o dos processos an\u00edmicos, mas n\u00e3o se limita a inten\u00e7\u00e3o visualizadora de fazer o paciente \u201cver\u201d; uma vez que transp\u00f5e o ver, para tamb\u00e9m \u201cfazer falar\u201d e \u201cfazer ouvir\u201d. O <em>fazer ver<\/em> \u00e9 efeito duplo e indissoci\u00e1veldo trabalho de fazer falar e fazer ouvir, investiga\u00e7\u00e3o guiada n\u00e3o pelo objetivo met\u00f3dico da pesquisa cient\u00edfica mas sim uma investiga\u00e7\u00e3o guiada pulsionalmente e a priori, tateando os materiais ps\u00edquicos inconscientes.<\/p>\n<p><em>Ora, se a Psican\u00e1lise parte da possibilidade de conhecimento que n\u00e3o se d\u00e1 pela consci\u00eancia, pela raz\u00e3o, privilegiando o afeto, o insight, a intui\u00e7\u00e3o, o mito, a arte, como pensar em pesquisa psicanal\u00edtica? A empiria psicanal\u00edtica tem base no singular, n\u00e3o sendo regular, reproduz\u00edvel, protocolar, laboratorial. \u00c9 a realidade intersubjetiva que se imp\u00f5e, pela implica\u00e7\u00e3o entre sujeito e objeto e pela considera\u00e7\u00e3o do saber alheio aos ditames do crivo racional(TEIXEIRA, <\/em>2003, p. 59-60).<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s do tratamento an\u00edmico, o psicanalista consegue vislumbrar al\u00e9m do como e porqu\u00ea as pessoas se afastam da realidade, as quais num primeiro momento parecem reagir sob tens\u00e3o face ang\u00fastias e resguardando o material recalcado no inconsciente. De acordo com Pierre F\u00e9dida (1992), refletindo sobre o trabalho do analista e sua rela\u00e7\u00e3o com a fun\u00e7\u00e3o da linguagem e seus aspectos expressivos, recorre um neologismo em franc\u00eas, de grande poder ilustrativo e metaf\u00f3rico.<\/p>\n<p><em>Ele diz que a linguagem d\u00e1 r\u00e9son \u00e0s coisas. A palavra \u00e9 um neologismo composto das palavras francesas resson\u00e2ncia (r\u00e9sonance) e raz\u00e3o (raison) e sugere que a linguagem do analista \u00e9 resultado de uma resson\u00e2ncia, isto \u00e9, de um som a ser decodificado nos seus aspectos expressivos e comunicativos, que integrem com a vida emocional do analista e com sua raz\u00e3o, e lhe permite construir uma interpreta\u00e7\u00e3o sugerindo um significado para as viv\u00eancias emocionais do paciente<\/em>(BARROS, 2004, p.1).<\/p>\n<p>Nessa din\u00e2mica entre materiais ps\u00edquicosdo mundo real \u2013 objetivo e concreto e outros di\u00e1logos ressoados do universo intersubjetivo \u2013 sentido evivenciado pelo paciente, \u00e9 que se revela a capacidade e responsabilidade do analista em se posicionar \u201csem mem\u00f3ria e sem desejo\u201d ao que est\u00e1 sendo escutado. Pois somente assim, conseguir-se-\u00e1 manter atrav\u00e9s da aten\u00e7\u00e3o flutuante, captar os discursos racionais conscientes ou inconscientes do sujeito \u2013 suas fantasias e sonhos relacionados \u2013 seus recalques e defesas manifestas ou latentes a respeito de determinados temas vividos.<\/p>\n<p>O que se busca na psican\u00e1lise n\u00e3o \u00e9 outra coisa que a pr\u00f3pria fala do analisando, quando n\u00e3o se prev\u00ea e nem se ret\u00e9m qualquer objetivo ou alvo que se queira chegar;interessando-se como fala o analisando e n\u00e3o se privilegiando a vis\u00e3o e sim a escuta. E nesse como o paciente dialoga sobre acontecimentos, pessoas ou relacionamentos, \u00e9 que a figura do \u201cdiv\u00e3\u201d \u2013 s\u00edmbolo do trabalho da psican\u00e1lise e condi\u00e7\u00e3o para este se realiza e se revela no campo da linguagem, \u00e9 o ber\u00e7o onde o \u201cn\u00e3o ver\u201dpermite o falar \u2013 o escutar e o interpretar necess\u00e1rios ao trato com as outras realidades intersubjetivas.<\/p>\n<p>Da\u00ed, ao contr\u00e1rio da hipnose, a associa\u00e7\u00e3o livre \u00e9 fundamentada por permitir que o paciente acesse com maior facilidade os elementos que poderiam liberar-lhe os afetos, as lembran\u00e7as e as representa\u00e7\u00f5es, dizimando as resist\u00eancias.<\/p>\n<p><em>Voc\u00ea vai observar que, durante o seu relato, v\u00e3o surgir diversas ideias, ideias que gostaria de rejeitar porque passaram pelo crivo de sua cr\u00edtica. Ser\u00e1 tentado a dizer: \u201cIsto ou aquilo n\u00e3o tem nada a ver com o que estou contando\u201d ou ent\u00e3o \u201cIsto \u00e9 uma coisa que n\u00e3o tem import\u00e2ncia nenhuma\u201d, ou ainda. \u201c\u00c9 um absurdo e n\u00e3o tinha porque falar nisso\u201d. N\u00e3o ceda a esta cr\u00edtica e fale, apesar de tudo, mesmo quando lhe repugne faz\u00ea-lo ou justamente por causa disso. (&#8230;) Comporte-se \u00e0 maneira de um viajante que, sentado a uma janela do trem, descreve a paisagem, tal como se desenrola aos seus olhos, para uma pessoa situada atr\u00e1s de si. Enfim, nunca esque\u00e7a a sua promessa de ser inteiramente franco, n\u00e3o omita nada do que, por uma raz\u00e3o qualquer, lhe pare\u00e7a desagrad\u00e1vel dizer (Freud, 1913b, p. 136).<\/em><\/p>\n<p>Dos discursos conscientes que emergem das aparas do tempo \u00e0s lembran\u00e7as que se traduz das horas que ficaram cheiras, os relatos dos pacientes se despontam carregados de racionaliza\u00e7\u00f5es e substratos sensoriais. Conforme o relato de Freud (1899\/1969) que gira em torno do epis\u00f3dio autobiogr\u00e1fico em que um menino retira o buqu\u00ea de flores das m\u00e3os de uma menina e, em seguida, se desfaz das mesmas para saborearum peda\u00e7o de p\u00e3o.<\/p>\n<p>Portanto, atrav\u00e9s do M\u00e9todo Psicanal\u00edtico e o Tratamento An\u00edmico dos materiais ps\u00edquicos, conscientes e inconscientes, analista e analisando tem a possibilidade de entrar numa dimens\u00e3o n\u00e3o palp\u00e1vel, mais simbolicamente imagin\u00e1ria e sentida a partir do vivido na experi\u00eancia anal\u00edtica. O que cada um apresenta de materiais ps\u00edquicos varia de pessoa para pessoa, quando o trato e manejo com o humano n\u00e3o tem formulas e nem caminhos pr\u00e9-estabelecidos, j\u00e1 que cada conversa\u00e7\u00e3o guarda em si o inaud\u00edvel aos olhos e o assim\u00e9trico desafio do descortinar das palavras e dos sentidos.<\/p>\n<p>Nessa linguagem de gente que analisa e se analisa \u2013 entre psicanalista e analisando, novos cen\u00e1rios se traduzem e se edificam de forma muito particular e inigual\u00e1vel, pois h\u00e1 quem busque&#8230;.pelo calor dos afetos perdidos, pela lembran\u00e7a doce de determinada persona, pelo aconchego de um contato corporal, pelo encontro da reciprocidade de um di\u00e1logo tecido ao acaso, pelo sabor de uma comida sinalizando satisfa\u00e7\u00f5es mais primitivas,\u00a0 pela autodescoberta.<\/p>\n<p><strong>Dedico este trabalho,a todos os psicanalistas e analisandos do Percurso da ABMP-DF &amp; PARCERIAS. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Refer\u00eancias Bibliogr\u00e1ficas:<\/strong><\/p>\n<p>Barros, Elias Mallet da Rocha. M\u00e9todo Psicanal\u00edtico. <em>Cienc. Cult.<\/em>\u00a0[online]. 2004, vol.56, n.4, pp.22-25. ISSN 2317-6660.<br \/>\nPsican\u00e1lise\/Artigo. Retrieved July 28, 2017, from <a href=\"http:\/\/cienciaecultura.bvs.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0009-67252004000400013&amp;lng=en&amp;tlng=pt\">http:\/\/cienciaecultura.bvs.br\/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0009-67252004000400013&amp;lng=en&amp;tlng=pt<\/a>.<\/p>\n<p>Canetti, E. (1983). Massa e poder.S\u00e3o Paulo: Melhoramentos. (Original publicado em 1960).<\/p>\n<p>Celes, Luiz Augusto. &#8220;Psican\u00e1lise \u00e9 o nome de um trabalho.&#8221;\u00a0<em>Psicologia Cl\u00ednica<\/em>\u00a017.2 (2005): 157-171.<\/p>\n<p>COSTA, Andr\u00e9 Oliveira.Esquecimentos, fantasias e sexualidade infantil: efeitos da autoan\u00e1lise de Freud.<em>\u00a0Estilos clin.<\/em>\u00a0[online]. 2016, vol.21, n.1, pp. 200-217. 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Dos art\u00edculos de enciclop\u00e9dia: \u201cPsicoan\u00e1lisis\u201d Y \u201cTeoria de la libido\u201d, em: Edi\u00e7\u00e3o standard brasileira das obras completas de Sigmund. Buenos Aires: Amorrortu, vol. 18, p. 231 (Original publicado em 1922).<\/p>\n<p>Teixeira, Le\u00f4nia Cavalcante. &#8220;Escrita autobiogr\u00e1fica e constru\u00e7\u00e3o subjetiva.&#8221;\u00a0<em>Psicologia USP<\/em>\u00a014.1 (2003): 37-64.<strong>\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0\u00a0 <\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0M\u00c9TODO PSICANAL\u00cdTICO &amp;\u00a0 TRATAMENTO AN\u00cdMICO. \u00a0 Aspirante de Psican\u00e1lise: Prof\u00aa.Gema Galgani da Fonseca \u2013Aluna do Curso de Forma\u00e7\u00e3o em Psican\u00e1lise pela ABMP-DF\/Bras\u00edlia \u2013 DF, Doutoranda do Curso de Doutorado em Psicologia \u2013 UCES\/ Buenos Aires, Mestre em Forma\u00e7\u00e3o de Professores pela Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU), Especialista em Psicoterapia Psicanal\u00edtica pela Universidade de Uberaba (UNIUBE), [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-1106","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-sem-categoria"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1106","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=1106"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1106\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1107,"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/1106\/revisions\/1107"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=1106"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=1106"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.abmpdf.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=1106"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}