Um coquetel de drogas na nossa água

Um coquetel de drogas na nossa água
29 de setembro de 2016 | Artigos | Sem comentários

Um coquetel de drogas na nossa água

 

Um verdadeiro coquetel de substancias medica mentosas, incluindo antibióticos, tranqüilizantes e hormônios estão espalhados nos reservatórios de água que consumimos.Cerca de 100 tipos diferentes de drogas já foram detectadas na nossa água,nos reservatórios, represas, lagos e rios.

Embora a quantidade dessas substancias seja muito baixa, cientistas se preocupam com a possibilidade de provocarem efeitos nocivos importantes na população geral.
Essas substancias são lançadas na água pelos dejetos humanos e pelo simples fato de serem jogadas mesmo sem serem usadas. Anabolizantes hormonais utilizados em gado para fortalece-los tambem foram encontrados na água que se bebe.
Por enquanto, a fase é de conhecimento e informação a respeito deste fato. Ainda não se dispõe de recursos eficazes para que possamos neutralizar os efeitos dessas substancias encontradas na água mas já se pode concluir, desde já, que a humanidade deverá dirigir suas atenções para este novo tipo de perigo que poderá nos afetar nos próximos anos.


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O lado negro da Medicina


Ao fazer uma consulta ao seu médico, provavelmente existe uma grande sensação de confiança e esperança. Você está num momento de grande vulnerabilidade devido à presença de uma doença mas você confia suficientemente no seu médico que, certamente, fará o melhor que puder para que você se saia bem.

 

Infelizmente, a relação médico-paciente já não é mais como outrora quando esse profissional tinha um laço também afetivo com os pacientes e suas famílias. É claro que o médico quer fazer o melhor por você e é justamente por isso que ele escolheu sua profissão mas, de forma crescente, ele se vê dominado por forças poderosas que chegam mesmo a afetar suas decisões profissionais quanto à melhor forma de aplicar o tratamento.

 

Essas pressões relativamente escondidas são tão fortes que, caso os médicos de formação mais ortodoxa queiram visualizar alternativas de tratamentos para doenças graves, chegam a ser advertidos e até punidos pelas suas entidades de classe que, também, se curvam aos “donos do poder”.
O lado negro da Medicina foi criado pelas poderosas indústrias farmacêuticas que vêem os médicos como meros receitadores dos seus caros e, muitas vezes, perigosos remédios.

 

Para conseguir conquistar o receituário médico, essas indústrias cativam o profissional com bônus, prêmios, jantares, viagens, patrocínios de toda natureza etc., principalmente numa época em que os proventos profissionais deixam a desejar e as formas de atualização na Medicina ficam cada vez mais distantes dos seus profissionais devido aos altos custos. Essa atualização é feita diretamente dos laboratórios para os consultórios por meio da propaganda comercial.

 

É claro que aí só são enaltecidas as qualidades dos medicamentos em questão.

No final de todas as contas, os pacientes pagam um preço muito alto, tornando-se reféns de tratamentos “intermináveis”, contribuindo para a falência da verdadeira

 

Medicina que, antes mesmo de procurar a cura, deveria se preocupar com o conforto físico e espiritual dos doentes, tarefa das mais nobres que o médico deveria praticar.
Sempre defendi a posição de se questionar o médico quando de uma prescrição.Questionar no bom sentido, diga-se de passagem.

 

Ele não é milagroso e nem mesmo dono das razões. A vontade de acertar não significa a certeza de acertar, portanto nada mais lógico do que perguntar tudo que ser tem de dúvidas para que hajam explicações aceitáveis. Muitos profissionais, dentro de um narcisismo injustificado, ofendem-se quando questionados mas não se deixe afetar por isto. Uma segunda opinião também pode servir para tirar dúvidas e escolher outros caminhos.
Recuse-se a ser mais uma estatística médica. Procure confiar num profissional médico e seguir suas recomendações desde que sejam satisfatórias as formas dele lhe esclarecer.
Finalmente, lembre-se que às indústrias que fabricam medicamentos interessa mais a nossa doença do que a SAUDE.
(junho de 2.008)

 

 

 

 

Artigos  do Dr. Sergio Vaisman

Que Autorizou ao Presidente da ABMP-DF

para ser inserido

no site da ABMP-DF

 

 

 

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